Páginas

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Ah, o amor



"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;

Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."

Antes de qualquer romance hollywoodiano, temos um exemplo mais nobre a ser adotado. Um amor genuíno, que entrega, e se dispõe à tudo sofrer, esperar e até mesmo suportar uma pesada cruz. "Amai-vos uns aos outros, como também [verdadeiramente] eu vos amei"
E como ele nos amou... Portanto, amemos uns aos outros como ele nos ensinou, e expressaremos aquilo que o pai é: O Deus que amou o mundo de tal maneira que DEU seu unico filho para que não perecessemos, e nos apresentou uma vida eterna...
UHUL.

"O AMOR NUNCA FALHA"


Amo vocês,
M*

Nenhum comentário:

Postar um comentário